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KPMG defende que segurança cibernética seja prioridade para as empresas


KPMG defende que segurança cibernética seja prioridade para as empresas

As práticas de segurança cibernética nas empresas já eram uma realidade, mas devido à crise provocada pela covid-19, esse processo foi acelerado e precisa se torna uma prioridade na agenda das organizações. Segundo o sócio líder de segurança cibernética da KPMG, Leandro Augusto, com o crescimento do trabalho remoto, a utilização de ferramentas de comunicação à distância e o compartilhamento de informações sem monitoramento, as bases de dados que não estão devidamente protegidas tornam-se mais vulneráveis e propensas a ataques cibernéticos.

Somente nos seis primeiros meses deste ano, mais de 304 milhões de ciberataques de ransomware foram registrados no mundo inteiro, sendo que o Brasil ocupa a quinta posição no ranking de países que mais sofreram com ataques cibernéticos, segundo levantamento de uma pesquisa internacional. Um exemplo recente foi a invasão ao sistema da Secretaria do Tesouro Nacional e a B3 (bolsa de valores), responsáveis pelas operações do Tesouro Direto. Não houve dano à plataforma e nem a necessidade de pagar o resgate, mas há casos em que as empresas precisam desembolsar milhões de dólares para recuperar os sistemas e informações roubadas.

De acordo com Augusto, as organizações avançaram no trabalho remoto e na colaboração para os funcionários, além de melhorar a experiência digital do cliente. No entanto, isso também mostra que os perímetros físicos não existem mais. “Com a dependência crescente de terceiros, a proliferação da ferramenta de internet das coisas e outros dispositivos, a segurança cibernética atualmente envolve ecossistemas complexos com um potencial de ameaça drasticamente aumentado”, alerta.

Segundo o especialista em segurança, apesar de muitas empresas ainda apontarem o investimento em segurança cibernética como um gasto, há uma urgência em cuidar do segmento, principalmente, diante desse cenário em que colaboradores e terceiros acessam informações importantes de forma remota. “É preciso ampliar os treinamentos internos, reforçar o cuidado dos terceiros em relação aos dados expostos e investir em segurança cibernética. Quanto maior o número de dados compartilhados na rede, maiores são as chances de sofrer algum tipo de invasão”, finaliza.

Fonte: IPNews


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